terça-feira, 3 de novembro de 2009

o fiel amigo...

“Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença.

Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente.

Quando só ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecerem nos encontros com a violência do mundo.
Ele guarda o sono de seu pobre dono como se fosse um príncipe.

Quando a riqueza desaparece e a reputação de despedaça, ele é constante em seu amor como o sol na sua jornada através do firmamento.
Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo, para protegê-lo contra o perigo, para lutar contra seus inimigos.

E quando a última cena apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os amigos sigam seu caminho.
Lá, ao lado da sua sepultura, se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte.”

No século XIX, o senador George G. West representou o proprietário de um cão propositadamente morto pelo vizinho. O senador ganhou o caso e hoje existe na cidade de Warsensburg uma estátua do cão, o discurso do senador de Missouri, o anteriormente referido, está inscrito na entrada do tribunal de justiça até hoje…

1 comentário:

Mário disse...

Porra que um gaijo ate fica com um nó na garganta ao ler isso.